As eleições de outubro de 2026 estão esquentando, e pela primeira vez na história política brasileira, a mobilidade ativa — ciclismo, caminhada e veículos elétricos leves — é um tema central nos debates. Candidatos a governador em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal estão apresentando propostas concretas de expansão de ciclovias, incentivos fiscais para e-bikes e integração com o transporte público.

As Principais Propostas em Debate
| Proposta | Benefício Para Ciclistas/E-Bikes | Status |
|---|---|---|
| Expansão cicloviária (+5.000 km até 2030) | Mais rotas seguras para e-bikes | Plano federal em consulta |
| Isenção de IPI para e-bikes | Redução de 10-15% no preço final | PL em tramitação |
| Dedução IR para compra de e-bike | Até R$ 2.000 de dedução | PL em comissão |
| Bicicletários em estações | Segurança e recarga gratuita | Em implantação em 5 capitais |
| “Vale Mobilidade” (substitui vale transporte) | E-bike como opção de benefício | Projeto de lei estadual (SP) |
| Zona de baixa emissão (centros) | E-bikes sem restrição, carros proibidos | Curitiba já implementou |
O Impacto Real: Mais Ciclovias = Mais Segurança
A principal razão pela qual brasileiros hesitam em adotar a e-bike é a falta de infraestrutura segura. Quando as ciclovias existem, a adoção dispara:
O Que Já Está Mudando em 2026
São Paulo
A capital paulista já anunciou a expansão de 200 km de ciclovias entre 2026-2027, conectando bairros residenciais a estações de metrô e centros comerciais. As novas vias são projetadas para comportar e-bikes (largura mínima de 2,5m, sinalização específica).
Rio de Janeiro
O programa “Pedala Rio” prevê bicicletários inteligentes com tomadas para e-bikes em 50 pontos da cidade, incluindo todas as estações do BRT e do metrô.
Curitiba
Pioneira no conceito de “Zona de Baixa Emissão”, Curitiba já restringe veículos a combustão no centro histórico, incentivando e-bikes e patinetes como alternativa.
“Vale Mobilidade”: O Fim do Vale Transporte Tradicional?
Uma das propostas mais revolucionárias é o “Vale Mobilidade”, que substituiria o vale transporte por um crédito flexível. Em vez de ser restrito a ônibus e metrô, o trabalhador poderia usar o benefício para:
- Transporte público (como hoje)
- Parcelas de e-bike ou skate elétrico
- Manutenção de bicicleta elétrica
- Aplicativos de mobilidade (Uber, 99)
- Estacionamento de bicicleta
Se aprovado, o vale mobilidade pode ser o maior incentivo para a adoção de e-bikes no Brasil. Imagine usar seu vale transporte de R$ 330/mês para pagar as parcelas de uma VYRON F1 — em 23 meses, a bike seria sua, sem tirar nada do bolso.
O Que Fazer Agora?
- Informe-se sobre os candidatos — priorize quem tem propostas concretas de mobilidade ativa
- Participe de consultas públicas — sua opinião conta na definição de novas ciclovias
- Comece a transição agora — não espere as políticas públicas; os benefícios da e-bike já são reais
- Documente sua experiência — compartilhe nas redes sociais; pressão popular acelera mudanças
- Acompanhe os PLs — os projetos de isenção de IPI e dedução de IR podem ser votados ainda em 2026
📋 Acompanhe a Legislação
PLs em tramitação relevantes:
• PL de Isenção de IPI para e-bikes — Câmara dos Deputados
• PL Vale Mobilidade — Assembleia Legislativa SP
• PL de Dedução IR para mobilidade ativa — Senado Federal
Fique de olho e cobre seus representantes.
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